Symphony Tecnologia Ltda · Versão 1 · 05/09/2026

Esta é a explicação completa que a assistente resume em uma frase quando fala com você. Ela existe para cumprir o art. 11 da Res. CFM 2.454/2026, que exige comunicar e explicar o uso de inteligência artificial no cuidado.

Escrita para duas pessoas: o paciente que recebeu uma mensagem e quer entender com quem está falando, e o médico que precisa avaliar a ferramenta antes de usá-la.

A frase que a assistente diz

Sou a [nome], assistente de inteligência artificial do Dr(a). [nome] — cuido da agenda, dos lembretes, dos documentos e dos pagamentos. As decisões sobre o seu cuidado são sempre dele(a).

Ela aparece na primeira mensagem de toda conversa nova, sempre que você perguntar, e em texto e em voz. Conversa nova é canal novo, pessoa nova, ou retomada depois de 24 horas sem troca.

O médico escolhe o nome da assistente. Não escolhe esconder que é inteligência artificial.

O que ela faz

O que ela não faz

Esta lista não é promessa de boa conduta. Cada item é bloqueio no código, testado antes de cada versão entrar no ar.

Você pode recusar

É um direito seu, no art. 5º, §3º da Res. CFM 2.454/2026. Basta dizer que prefere falar com uma pessoa.

A recusa fica registrada para você, não para a conversa: vale em todos os canais e em todas as vezes seguintes. A partir dela nenhum agente automatizado escreve para você, e o seu contato vai para a fila humana da clínica.

Se você pedir atendimento humano no meio de uma conversa, a assistente pode oferecer uma alternativa uma única vez. Na segunda vez que você pedir, ou se você recusar já na primeira, ela obedece. Isso é um contador, não uma avaliação do que você quis dizer.

Recusar não custa nada e não afeta o seu atendimento.

Fica registrado no seu prontuário

O art. 4º, V da Res. CFM 2.454/2026 obriga o médico a registrar no prontuário quando usou inteligência artificial como apoio. A plataforma faz isso por ele, para o registro não depender de alguém lembrar de digitar.

A marca de origem acompanha o prontuário pelos 20 anos de guarda, sobrevive à exportação e não depende de serviço externo para ser lida.

O médico manda

Para onde vai o texto da conversa

Para gerar uma resposta ou transcrever um áudio, o conteúdo é enviado a um provedor de modelo de linguagem nos Estados Unidos. Antes do envio, um filtro remove a identificação e evita citar conteúdo clínico além do necessário. O provedor não guarda esse conteúdo do nosso lado.

A relação completa de fornecedores está em subprocessadores.

O que ainda não podemos afirmar: não há, hoje, cláusula contratual assinada de não-treinamento com os provedores de modelo. Está em negociação. Enquanto não existir, afirmamos apenas a finalidade pela qual enviamos — gerar a resposta ou a transcrição — e não afirmamos o que o provedor faz além disso. Quando a cláusula for assinada, esta página ganha versão nova com a data.

Quando algo dá errado

Se um agente escrever algo que não deveria, o médico tem canal de reporte dentro do produto, com protocolo, registro e resposta rastreável. É o que o art. 7º, §2º da Res. CFM 2.454/2026 exige dele, e a plataforma dá o caminho.

Paciente que quiser reclamar pode escrever ao Encarregado, e também ao Conselho Regional de Medicina quando o assunto envolver conduta médica.

Como isso é fiscalizado

Falar com alguém

Danilo Curti — Encarregado pelo tratamento de dados pessoais, art. 41 da LGPD contato.health@symphonyos.com.br


Symphony Tecnologia Ltda — CNPJ 68.294.725/0001-73 — Rua Pais Leme, 215, conjunto 1713, Pinheiros, São Paulo/SP, CEP 05424-150. Symphony Health é o nome do produto operado por esta empresa, em health.symphonyos.com.br

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